Instituto Humanus, em 2024 foco total na integração das pessoas com deficiência e diversidade assistiva

O Instituto Humanus fortalece ainda mais o seu trabalho e lança uma campanha com uma série de estratégias e ações mercadológicas para que as empresas possam fortalecer a acessibilidade e inclusão com ênfase na abordagem social do ESG em suas estratégias comerciais.

Por Instituto Humanus, 21/02/2024

A Humanus é uma entidade do terceiro setor, que há sete anos vem se estruturando como uma organização social multidisciplinar conteudista e geradora de conceitos com foco tecnológico, mercadológico, cultural e educacional. O Instituto busca constantemente soluções globais em inclusão das pessoas da Diversidade Assistiva, terminologia criada pela entidade, e que abrange o universo das pessoas idosas, obesas, indivíduos com as mais variadas deficiências, com alta e baixa estatura, gestantes, acidentados e pessoas com deficiências alimentares por meio de consultorias e projetos socioeconômicos através de boas práticas do ESG no tocante a acessibilidade com forte impacto econômico, sustentável, inclusivo e social.

No início de 2023, a Humanus iniciou uma nova bateria de estudos e vai colocar todos os resultados em prática a partir desse ano, nele o argumento principal de suas ações é que o mundo está se transformando de forma cada vez mais rápida, mas em grande parte, sem considerar os impactos sobre a sociedade e o planeta; no entanto, há mais de 50 anos, o campo científico já buscava entender os efeitos da industrialização descontrolada no meio ambiente. Uma prova disso é que em 1972 ocorreu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, o primeiro encontro promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de discutir a questão ambiental e o desenvolvimento econômico. Foi nesta Conferência que o termo “desenvolvimento sustentável” começou a ser delineado.

Anos depois, também em encontros com as lideranças mundiais, promovidos pela ONU, foram realizados os fóruns mundiais, como o Rio 92 e o Rio+20. Podemos observar que ao longo dos anos foi ficando claro que a responsabilidade sobre o meio ambiente e a organização social não pode ser apenas de governos, mas envolve a todos, inclusive o setor privado e o terceiro setor. Além disso, não é possível pensar no meio ambiente separado da estruturação da sociedade, por isso, discutir sobre sustentabilidade é também tratar questões sociais como: pobreza, desigualdade, acessibilidade e inclusão.

Neste novo cenário mais socialmente comprometedor, o setor privado passa então a ser cada vez mais questionado a rever suas práticas e os modelos de gestão com foco apenas no lucro. Em 1994, John Elkington lança o conceito de “Tripé da Sustentabilidade”, que sugere que as empresas devem medir seus resultados considerando três pilares: pessoas, planeta e o lucro.

Nos anos 2000, iniciativas como o Sistema B e Capitalismo Consciente surgem para corroborar a necessidade de que uma maior preocupação com a sustentabilidade deve se tornar o padrão na sociedade e nas empresas. Reforçando essa tendência, Larry Fink, CEO da Black Rock, a maior gestora de ativos do mundo, em suas cartas anuais de 2018 e 2019, convida os CEOs das empresas investidas a refletirem sobre o propósito dos seus negócios, a relação com parceiros e também a necessidade da visão de longo prazo para conseguirmos enfrentar os grandes desafios atuais, como a crise climática, por exemplo.

Nestas cartas, Larry Fink já faz referência a termos como “ambiental, social e governança” e “capitalismo de Stakeholders” que ganharam mais espaço nos últimos dois anos. O capitalismo de Stakeholders coloca as empresas como responsáveis por gerar valor para todas as partes interessadas dos seus negócios, que são os grupos afetados pelas ações de cada companhia, como colaboradores, clientes e as comunidades onde atuam. Ele surge em detrimento do capitalismo de Shareholders, que foca em gerar valor apenas para os acionistas. Esta discussão foi uma das agendas que ganhou destaque no Fórum Mundial de Davos de 2020 e 2021.

Mas o que realmente é o ESG e a sua importância social na transformação dos relacionamentos corporativos com as pessoas da Diversidade Assistiva?

ESG é a sigla em inglês para “Ambiental, Social e Governança”. Significa um conjunto de práticas que podem ser adotadas por empresas para que elas sejam ambientalmente sustentáveis e socialmente comprometidas com novas estruturas de relacionamento no trabalho e na sociedade, melhorando assim a relação com seus parceiros (colaboradores, clientes e comunidades) através da adoção de uma série de normas de compliance e boas práticas de gestão corporativa sustentável.

Com isso, o objetivo central das atividades do Instituto Humanus para 2024 será o de preparar o universo empresarial para as boas práticas de governança em conformidade com a importância das ações de acessibilidade e inclusão com foco social no ESG.

Esse posicionamento irá incrementar fortemente as estratégias comerciais das corporações que participarem do processo consultoria que será oferecido pela entidade. Além de toda a nova abordagem teórica, buscamos inserir na entidade empresas de tecnologia assistiva, agência de comunicação corporativa como o contrato de parceria, assinado recentemente com a agência EGOM, empresas de arquitetura especializadas e acessibilidade, escritórios com foco financeiro, jurídico e social. Afinal, neste novo universo de consumidores, cada vez mais conscientes, todos estão percebendo que não teremos, em um curto espaço de tempo, outro planeta para habitarmos; reitera Rodolfo Sonnewend – presidente do Instituto Humanus.

Estamos conscientes de que as entidades do terceiro setor possuem um papel importantíssimo na sociedade que não é o de apenas serem estruturas assistencialistas, chegou a hora destas organizações serem mais efetivas nas transformações sociais que o mundo está sofrendo. Devemos nos conscientizar de que as entidades do terceiro setor estão espalhadas por todas as regiões do Brasil e presentes em muitos locais onde o poder público geralmente não costuma chegar. Essa capilaridade e também o trabalho direto com a população, permitem com que as entidades do terceiro setor conheçam de perto as demandas de cada local e ajudem a estruturar planejamentos sociais focados na realidade de cada comunidade específica, enfatiza Rodolfo.

A Humanus não está sozinha em sua jornada na busca de um incremento social nos processos de acessibilidade e inclusão frente às empresas. O mercado financeiro, através da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), lançou em 2023 uma resolução relacionada ao relatório de riscos da não prática do ESG. Este compêndio de boas práticas corporativas será obrigatório para que companhias abertas estejam em conformidade com os objetivos para o crescimento sustentável. Em caso negativo, suas ações não poderão mais ser negociadas nas Bolsas de Valores, a partir de 2026. A ideia da CVM com esta prática é que as empresas possam ter as suas ações frente ao crescimento sustentável diretamente relacionadas ao cálculo do “valuation” de suas organizações; tornando estas práticas um capital tangível e que passará a ser negociado.

Outro fator importante é que para as empresas de médio e pequeno porte, está se articulando uma série de legislações mais diretas e pontuais que serão apresentadas na 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP 30), em 2025 e que será realizado aqui no Brasil na cidade de Belém do Pará.

Não temos outro planeta para habitarmos e não podemos viver em uma sociedade onde o ser humano é excluído a cada dia, principalmente as pessoas da Diversidade Assistiva. Conclui Rodolfo Sonnewend, presidente da Humanus.

Para saber mais sobre os projetos da entidade, basta acessar o site www.institutohumanus.org.br ,  enviar um e-mail para contato@institutohumanus.org.br ou entrar em contato telefônico (11) 2306.2914

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